quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Longínquo



Mediadora
A noite atenua o listel de cansaço
Produzido por um paul erudito
Envolta num nimbo fugaz ordinal
Rebuscado
Sob o sopro copioso do vento gélido
Que aflora e penetra o corpo
Enquanto rasa a pele e arrepia
Expoente que transforma e conduz
A nossa ténue fisionomia
E desperta a essência
Para além dos conceitos
Que escondem a felicidade


5 comentários:

  1. Há noites assim!
    Gostei! Muito!

    Bjks

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. as noites tem disso, afloram outra maneira de ver a realidade
    beijinhos

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  3. A noite pode ser a nossa maior aliada ou a pior companheira.
    Muito bom, o teu poema.
    Beijinhos, Henrique.

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  4. eu costumo dizer que a noite é boa conselheira....


    beijo

    ;)

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