terça-feira, 14 de maio de 2013

comparência





e dito cai o termo que não partilha as ruas
eu te quero e como
precursão do descanso afável em âmago
quero e como tu
na água salobre cultivável da ria o néon
que quero eu e quero-te
mais turbo corre o rio afluente influente
entrar como quero
move-se o publicitário sinal hábil à entrada
eu como te quero
ventura cai que por aí eu não vou em tempo
não é o meu querer razão
e dita cai a palavra que percorre as luas




8 comentários:

  1. os quereres até onde nos levam, muitas vezes nem sabemos mas continuamos querendo
    beijinhos

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    1. Sim, também creio que assim é.
      :)
      beijinho, Luna

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  2. Que caiam as palavras porque o querer nem sempre se funda na razão. Bjs.

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    1. E por vezes (o querer) aparenta não ter fundamento. :)
      Obrigado, Marlene!
      beijinho

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  3. Oi Henrique
    Em nossos corridos dias bom é 'comparecer' até aos poetas , aconchegar-nos nas suas palavras ,beber da fonte inspiradora,
    obrigada e reafirmo o prazer de estar contigo,
    deixo abraços

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    1. Sempre imensamente gentil e generosa!
      Eu é que agradeço, sinceramente.
      Obrigado, Lis!
      abraço

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  4. que a palavra caia e se transforme em luar

    um belo poetar

    beijos

    :)

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    1. E que esse luar nos ilumine e se transforme numa numa palavra, forte e significativa.

      Obrigado, Piedade!
      beijinho

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