quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Vejo tempos


O ímpeto leva-nos

Perco-me na possibilidade que não se constrói
Nos labirintos dos espectros de estranhos
Nos caminhos de frustração que te compõe
Na máscara angelical que não se condói
Nas penumbras de um critério de vários tamanhos
Na fisionomia de uma bizarria que indispõe
Onde também tenho os meus fantasmas de arreganhos

E vejo amor

Percorro-me na possibilidade que se constrói
Nos labirintos dos espectros sorridentes
Nos caminhos que te compõe
Na face angélica que se condói
Em raciocínios clarividentes
Na fisionomia de uma alegria
Na vitalização de um sonho revelado
Onde também tenho o meu declarado


8 comentários:

  1. A vida esta sempre em movimento 2e o amor é o bem maior há que segui lo ainda que mais tarde se possa sofrer porque o importante é o momento presente
    Beijinhos

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    1. O momento presente é, de facto, importante para o amor, para o qual (amor) o passado e o futuro são como que "ingredientes", ou agentes, ou, ainda, reagentes, instáveis.
      Beijinho

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  2. e se vês amor é muito bom.
    escreves muito bem poesia.
    um beijo

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    1. E senti-lo é extraordinário.
      Obrigado, Piedade! És muito gentil!
      Beijinho

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    1. É uma humilde visão com repetição de sons.
      Obrigado, Laura!
      Beijinho

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