sexta-feira, 3 de outubro de 2014

à noite





aguardo que o teu rosto nasça
à noite não há gaivotas na praia
o ar procura o refúgio do mar
onde as sombras escorrem lentas
e os sons são canções de embalar
os molhes fluem dos meus olhos
e o meu mundo cintila nos teus




2 comentários:

  1. Lindamente sensível, Henrique!

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  2. ... atravessando o mar, eis que me chega, tão doce e bela poesia!

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