quarta-feira, 21 de março de 2012

Breviário [XXIV]


     Por que há momentos para a prosa desocupada que se torna prazer; um prazer que gera energia; energia que governa a existência; existência que também é estima; estima que fortalece e sacia e tranquiliza e é vida; vida que é amor, quando todo o resto não tem mais importância, proveito ou interesse.
  

11 comentários:

  1. E que haja muitos momentos desses, positivos ;)

    Abraço!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. ;)
      A vida poderia ser um acto de amor contínuo.

      Eliminar
    2. Poder podia, mas não seria a mesma coisa :))

      Passo a explicar com recurso à comida :D :D

      Imagina que todas as tuas refeições eram doces, chegaria a altura em que um salgado, um picante, o que queiras, seria encarado como algo bom, apetecível.

      No amor creio também existir algo idêntico, em que a inovação, a mudança, são nos pedidas ( e ainda bem que assim é). Logo no amor, as discuções "normais" são boas pelo efeito das "pazes", o "cutucar" da relação é bom, and so on...

      (já me calava :D)

      Eliminar
    3. :D

      Entendo a perspectiva/direcção/sentido. Mas isso não pode ser desculpa para a conflitualidade, para o mau génio, para a mentira... Podemos ser criativos, inovadores, transformadores... Sem violentar, sem vitimizar com ardis... Podemos ser amigos.
      ;)

      Eliminar
    4. Não, nem é desculpa sequer... O amor como acto contínuo envolve tudo isso que escreveste, o que inclui a amizade. Não acredito em amor sem uma base sólida de amizade... mas isto sou eu. E eu sou estranha :D

      Eliminar
    5. :D:D

      Nada disso. Eu gosto de ser como sou ;)

      Eliminar
    6. :))

      Visto de um lado positivo, é bom sim. De um lado menos positivo (ou não! também depende da perspectiva) podemos ser sempre melhores :P

      Eliminar
    7. :)
      Gostarmos de nós, entre outras coisas, inclui reconhecermos que não somos perfeitos e que há sempre lugar para a progressão.

      Eliminar