segunda-feira, 2 de julho de 2012

Amar


Amor! Vivo de esperança
E olho para o mesmo céu:
O nosso céu que a vista alcança.

Quero deitar-me sobre o teu seio;
Quero sentir o teu peito, que dizes meu,
E dar-te as estrelas, sem receio.

Quero inebriar-me no teu odor natural,
Encontrar-me nos teus braços
E, entre abraços, despir o cerimonial.

Anda! Durmo a sonhar e sonho acordado
Com o nosso gosto e amor por mote,
Que se espelha para além do quarto fechado.


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