segunda-feira, 9 de junho de 2014

urbe XXXIV




também existe magia na cidade 
com travessas que contornam as rimas 
ventos fortes com alegria e vagar 
e propósitos de atalho e fuga 
interrogo-me na periferia do verão 
e pergunto aos sentidos proibidos 
porque não coincidem o tempo e os olhos 
quando escrevem a poesia do dia 
e porque parecem tão doentes as certezas 
no instante em que tudo leva a prever o amor 
ou no momento que o leva a perder 



1 comentário:

  1. estive a ler muitos dos teus trabalhos, e, noto uma certa desilusão e alguma tristeza.
    mas, há sempre um (novo) dia a nascer cheio de esperança.
    todas as fotos sem excepção, estão muito belas.
    uma boa semana.
    um beijo

    :)

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