sábado, 20 de fevereiro de 2016

uma estrela muito massiva


aveiro | portugal


examinava um acelerador, um átomo introspectivo,
uma centelha celular... eu queria saber mais,
mas o fim da história é sempre mais além,
enquanto percorremos a fragilidade do momento,
instante a instante, a cada espaço, a cada hiato…
até que o mundo se transforma numa imensidão
de figuras de estilo e os ruídos laborais nos acordam
revoltos no regaço e vemos a poesia mãe a cair
num chão entregue aos passos apressados do susto.


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1 comentário:

  1. Passando por aqui, a ver as últimas novidades, que tenho perdido nestes últimos dias... e verificando que aqui o blog, está a bombar talento!... E ainda bem!... :-D
    Uma imagem, com um reflexo, espectacularmente bem registado...
    E um excelente poema... sobre um mundo... destituído de espírito poético...
    Gostei imenso! Pois claro!...
    Beijos! Bom fim de semana... pelo menos de metade dele... :-P
    Ana

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