sexta-feira, 20 de maio de 2016

as memórias da pele


aveiro | portugal


as memórias da pele na flor da alma que balouça nas ervas, 
o emaranhado da minha loucura aglomerada inerte a uivar. 
vibrações que se virgulam em mim e que vêm com o vento. 

a música atravessa-me as fronteiras e trespassa o meu corpo. 
há notas que me ficam em lugares que eu desconhecia, 
onde não me encontro. daqui se vê a cidade que já não existe 
e procuro um poema para explicar qualquer coisa sobre nós 
ou para mostrar os alicerces das razões mais profundas. 


 [palavras relacionadas]


1 comentário:

  1. As memórias dos locais, que são nossos, ou que nos dizem algo... são memórias da pele... mas de cariz profundo...
    Excelente abordagem do tema, em imagem e palavras, como sempre...
    Beijos! Bom domingo!
    Ana

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